sábado, 22 de novembro de 2008

Figueira...será que fica na primeira divisão????

Não posso dizer nada...mas o Rodrigo faraco, jornalista esportivo da TVCOM e CBN Diário tem informações quentes que dão conta da permanência do figueira na primeira divisão.
Milagres acontecem??? Sim, pode ser milagre ou....bem...vamos aguardar!!!!
Vixiiiiii

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Pacha - não "pachou" no teste de muitos.

Ontem queria muito ter ido na inauguração da "Pacha" em Floripa. Mas acebei atrasando muito, perdi a carona de amigos e acabei não indo.
Hoje esses meus amigos vieram me dizer: "ainda que vc não foi"...como assim????
Bom prá começar o convite VIP dava direito ao camarote, mas quem chegasse e não fosse VIP da diretoria não podia nem sentar nos sofás do espaço.
Bom, aí eles resolveram dispensar o camarote.
Mas no lugar comum a batalha era comprar uma bebida e fazer as necessidades básicas como xixi: na área que não era VIP não havia banheiro(????)...como assim????(de novo).
Enfim, a tal da festa foi uma roubada.
Que pena...começou mal!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

AVAÍ - Já era hora!

E o Avaí chegou lá....muito bom!
Não queria que o Figueira caísse...hoje tá difícil de acreditar que o time possa mudar esse destino, mas quem sabe!!!
Quero os dois times na série A...mas se não der, desculpem, vou ser obrigada a devolver todas as gozações que ouvi nesses ultimos longos anos....kkkkkk

domingo, 9 de novembro de 2008

DAZARANHA

Depois do samba Paulinho da Viola na sexta, a pauleira do Dazaranha no sábado.
á fomos eu e a Eveline ver o Daza no Floripa Music Hall. Chegamos cedo, e fomos para a frente do palco. Capitão do Cerrado, uma banda de Brasília abriu o show. Muito legal o som dos brazilienses...mescalaram covers de Lulu Santos, Alceu Valença e Oasis com suas músicas próprias.
Essa é uma parceria do Daza que há poucos meses foi a Brasília a convite desta banda, agora retribuiu o convite e entregou para o Capitão do Cerrado, uma casa cheinha. Foi um belo esquenta!
Mas Daza é Daza e quando a banda subiu no palco a casa estava socada e o público se apertou na frente do palco. Nós acabamos recebendo um a pulseirinha milagrosa da Imprensa da Cárlei, mulher de frente da casa e fomos para o camarote que fica em cima do palco. Lugar abençoado porque além de ver a banda muito bem, ainda dá prá sentir a energia daquele público todo cantando e pulando em todas as músicas. Minha nossa, deve ser loucura para esses músicos, é muita energia...e boa!
A banda está na sua melhor fase, na minha opinião. O show é uma chuva de sucessos e a humildade desses caras é fora de série. Há um ano eles já fazem isso: abrem espaço no repertório para cantar a música mais famosa de bandas daqui: iriê, John Bala Jones, Nós na Aldeia e neste show ainda levaram Daniel Lucena a quem Gazu chama de Mestre. Ele cantou "Certos Amigos", um dos grandes sucessos do grupo Expresso Rural do qual Daniel é o vocalista. Fizeram uma versão com tempero Dazaranha e depois desta Daniel ficou para cantar mais duas: Reggae da casa Amarela da Nós na Aldeia e ainda Vagabundo Confesso. Foi o delírio! Daniel deixou o palco dizendo "melhor banda do Brasil".
Fora essa parceria com a música daqui o Daza sempre é muito simpático com o público, é uma troca maravilhosa!
Dias 18 e 19 de dezembro a banda faz dois shows no CIC para gravar o primeiro DVD. Já era hora...vcs merecem e nós também!!!
Bom agora a energia está recarregada para a semana!!!

PAULINHO DA VIOLA EM FLORIPA


Consegui ir ao show do Paulinho da Viola...vivaaaa!!! Sim porque os ingressos foram disputadíssimos. Ele esteve em Floripa na comemoração dos 200 anos do Banco do Brasil e se apresentou no belo teatro da UFSC a preços populares. A venda se esgotou em apenas UM dia. Sinal que tem muita gente que sabe muito bem o valor que o samba tem, ainda mais do samba do Dr. Paulinho da Viola.
Quando cheguei lá, muita gente na rua tentando comprar ingressos, loucos para entrar.
Eu consegui ir gráças a um convite da equipe de Eveline Orth. E serei eternamente grata aquele telefonema da Fernanda Lago...não sabia se conseguiria chegar a tempo, mas aceitei na hora e consegui.
O show foi simplesmente maravilhoso. Uma banda perfeita e Paulinho com toda sua timidez e competência conquistou ainda mais a platéia de fãs.
Ele começou o show cantando uma música atrás da outra sem falar...até que alguém da platéia grita: VASCO!!!! Ele começou a rir e disse "Isso não se faz! Não se faz porque a gente não sabe se é um elogiou ou uma gozação."...e continuou rindo... O Vasco até poucos dias estava ameaçado de rebaixamento no brasileirão.
Bom, depois disso deu um boa noite e disse que estava muito feliz de estar em Floripa e que soube que foi uma correria para conseguir um ingresso, o que o deixou muito feliz e prometeu voltar. Tomara!!!
Durante o show explicou que esse era o show que preparou para fazer o acústico MTV. Falou que já levou 10 anos para fazer uma letra de música e contou como surgiu uma parceria que para muitos é no mínimo inusitada: ele, Arnanldo Antunes e Marisa Monte. Ele falou: " sou muito amigo da Marisa Monte por causa do pai dela que é um velho conhecido da portela." Também conhece Arnaldo antunes. E um dia na casa de Marisa ele mostrou um samba e sabendo que Arnaldo iria lá depois falou para Marisa fazer uma brincadeira. "Diga a ele que deixei esse samba para ele musicar." Ele imaginava que Arnaldo levaria a situação como piada e nem daria bola. Mas na semana seguinte Marisa liga para Paulinho e diz; "Paulinho, a música está pronta e eu participei também." Assim surgiu "Talismã".
Até o final do show foram outras histórias contadas pausadamente e com toda timidez que lhe é característica. Saí de lá muito mais fã dele e fã do nosso verdadeiro samba!
Muito bom!!!!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Prates e suas surpresas!

Sou obrigada a reproduzir aqui o que ouvi hoje do Luiz Carlos Prates: "eu amo a Pitty." Claro que a frase arrancou risadas no refeitório do prédio da RBS.
Mas aprofundamos o assunto e ele reforçou que acha ela muito bonita e admira a carreira dela.
Vc já imaginou o Prates, aquele jornalista sério, indignado com as situações dessa vida moderna falando isso????
Eu não...rsrsrsrsrs....

domingo, 2 de novembro de 2008

REFLEXÃO JORNALÍSTICA!

Ontem assistindo ao programa Altas Horas (um dos melhores, senão o melho, programa da Globo da atualidade) ouvi do reporter Walmir Salaro ao ser interrogado por Serginho sobre como se sente ao cobrir fatos policiais, a seguinte afirmação: ele disse que se sente responsável também e fez uma autocrítica "no caso recente da tragédia que matou Eloá, quem diz que a imprensa não teve um papel fundamental no desfecho trágico desta história? Deram tanto poder, transformaram aquele adolescente em uma celebridade do mal que ele cumpriu seu papel e matou a ex- namoarada". Imediantamente me lembrei de uma conversa com Adriana Krauss, minha colega de trabalho e uma das melhores reporteres que temos hoje em SC, onde ela me falou a mesma coisa: "a maior culpada pela tragédia foi da imprensa."
Ouvindo de novo sobre isso me deu vontade de colocar essa visão aqui. Afinal seria muito importante se a imprensa brasileira parasse um pouco para discutir seu papel diante da liberdade de imprensa. Até onde vai a responsabilidade ou irresponsabilidade?
Eu sempre fui contra a matérias que relatam os detalhes de um fuga, de tráficos de drogas ou mesmo de crimes bárbaros. É batata: se noticia um, semana que vem tem outros tantos iguais. Funciona como uma escola do crime.
Não sou a favor da censura, mas do bom senso. Prá que detalhar tanta barbaridade? Por que transformar uma briga de casal em um fato nacional com tanta importância? Claro que o tal do Lindenberg via a cobertura josnalística na TV, se sentiu o máximo: ele dominando todo mundo.
Se o espetáculo não tivesse acontecido quem sabe o final tivesse sido outro.
É importante pensar sobre isso. É importante colocar o pé no freio.
Violência dá audiência, mas será que não vale um ato corajoso de se optar por uma nova linguagem jornalística? Dar menos importância aos atos de violência e divulgar mais cultura e boas ações....não se trata de fechar os olhos para a violência e sim provocar nos telespectadores uma reação a toda essa barbaridade em que vivemos hoje.